FOTOGRAFIA/05/2011: RICARDO ADALA BENFATTI - FOTOGRAFANDO - DA PONTE VECCHIO - RIO ARNO - FLORENÇA - ITÁLIA.....Hanna Arendt diz: “A educação é tbm onde decidimos se amamos nossas criaças o bastante para não expulsa-las de nosso mundo e abandona-las a seus próprios recursos e tampouco, arrancar de suas mãos a oportunidade de empreender alguma coisa nova e imprevista para nós, preparando-as, em vez disso e com antecedência, para a tarefa de renovar um mundo comum”
terça-feira, 16 de julho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
DICAS DE COMO AJUDAR SEU ALUNO AUTISTA NA ESCOLA
Para um sucesso maior, as tarefas complicadas devem ser quebradas em pequenas partes.
- Não apresente ao aluno atividades longas. Por exemplo, se o exercício precisa que o aluno escreva 10 sentenças, comece com duas. Simplifique atividades desafiadoras e abstratas. Transforme questões subjetivas em questões de múltipla escolha.
- Use material visual para fazer com que a atividades pareçam mais concretas.
- Use cartões para resumir os passos para a realização de tarefas ou as atividades da agenda diária.
- Ofereça intervalos para exercícios físicos e limite o tempo necessário para a atividade. Isso ajuda as crianças que têm dificuldade para reter a atenção.
- Horários visuais ajudam na noção do tempo e no controle da ansiedade e na administração da tolerância.
- Use a regra 80/20. Toda vez que começar um dia de atividades, comece com atividades mais fáceis (80%) e que não causarão problemas disruptivos e de desestruturação de ambiente. A criança fica mais confortável em sala e mais confiante. Os 20% de tarefas mais difíceis devem ser usados ou no final da sessão ou intercalada com as tarefas mais fáceis. Isso vai depender, logicamente, de cada criança.
- Com essa estrutura, é criada confiança e motivação para o trabalho. Se a criança começar o dia de trabalho com atividades além de seu potencial, pode desenvolver um senso de que não é capaz. Use comandos simples, com poucas palavras e seja direto.
- Apresente escolhas. Sempre. Toda criança se sente mais à vontade com seu horário de tarefas quando pode escolher ou a ordem das tarefas ou que tipo de atividade quer realizar.
- Na hora do recreio, devem ser reforçadas as regras de convivência, comorespeito aos amigos e tolerância, não se permitindo bullying.
- Usar um rodízio de amigos para o recreio pode ser uma estrategia eficiente. A responsabilidade é dividida com todos e os amigos podem ser orientados a ajudar diretamente com as regras sociais.
- Deixe permitido para o aluno uma área na escola em que ele possa ficar sozinho e fazer o que gosta. Existem pessoas que defendem a liberdade da criança, onde ela possa ficar relaxada, fazendo os movimentos repetitivos que gosta, como se estivesse extravasando. Eu pessoalmente não gosto. Se estamos trabalhando para que a criança seja incluída e que tenha mais amizades e um relacionamento melhor com seus colegas, os movimentos repetitivos não são adequados porque não socializam e podem, muitas vezes, assustar os colegas. Todas as cartas devem ser usadas para que a criança seja redirecionada e não faça os movimentos.
- Uma ideia interessante é criar, dentro da própria escola, clubes de jogos, de computação, de música para que as crianças possam escolher o que fazer durante o recreio. Os clubes seriam supervisionados por um adulto e as crianças poderiam fazer o que gosta, falar do que gosta etc.
- Estrategias de redirecionamento e o que a criança não pode fazer e o que ela pode fazer devem ser distribuídas para todos os profissionais que lidam com ela.
- Refeitórios e áreas de lanche podem ser extremamente estressantes para crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Muito barulho não só de coisas sendo arrumadas, mas vozes de crianças, arrastar de cadeiras, etc. Tente se imaginar no lugar de uma criança que é sensível demais e pode ouvir sons mais altos que você. Seja flexível em relação a tempos e dificuldades. Visite com a criança o lugar antes, vazio, para que ela visualize onde fica a comida, onde pode sentar, e o que vai acontecer. Isso diminue a ansiedade e minimiza problemas de comportamento.
- Dar a criança um brinquedo para aliviar a tensão em alguns momentos é ótimo. Em qualquer situação que você possa desestressar a criança, leve alguma coisa que ela goste de segurar ou uma esponja ou bola para apertar, um brinquedo com luz e/ ou água para que ela fique olhando. Isso pode minimizar possíveis problemas.
- Lembre-se de que as crianças com TEA não vão necessariamente aprender com as outras crianças.Mas elas surpreendem sempre!!
- TREINANDO SUA CRIANÇA AUTISTA A USAR O BANHEIRO
- Treinar uma criança a ir a o banheiro é um trabalho desgastante para toda a família e comunidade. Requer paciência e perserverança. Algumas famílias acham fácil e mais simples deixar a criança em fraldas para evitar os problemas que possam surgir durante o treinamento.
- Vale ressaltar que uma criança já treinada, tem um grande impacto na convivência social da família e na independência e aceitação social da criança.
- É válido usar algumas técnicas para controlar o estresse para diminuir os aspectos negativos de sobrecarga de energia e tempo.
- Muitas vezes é mais fácil que a criança seja treinada na escola que em casa, ou vice e versa. É importante que escola e lar trabalhem juntos num mesmo objetivo para o sucesso do treinamento. Comunicação é a chave do negócio. Para isso, não fique triste com a escola ou qualquer membro da equipe se as coisas não tiverem funcionando efetivamente em um dos lugares.
- Persevere e acredite que o sucesso virá. Evite ficar muito preocupado ou excessivamente estressado com a situação.
- Para saber se sua criança está pronta para ser treinada, observe as seguintes perguntas: a pessoa atua diferente ou parece notar quando está com fraldas ou partes de baixo molhada ou suja? Existe algum interesse ou diferença de comportamento em relação a banheiro, privada, ao trocar de roupas ou qualquer outra momento relacionado a isso? A pessoa apresenta alguam mudança de comportamento quando outra está envolvida em atividades ou objetos relacionados à higiene ? Se você respondeu sim a todas essas perguntas, a pessoa deve está tendo percepção e talvez pronta para iniciar o treinamento.
- Observe as horas certas para a criança ir ao banheiro e as inclua num horário visual.
- Coloque brinquedos preferidos da criança ou livros no banheiro para facilitar a adaptação desta.
- Algumas crianças podem ser muito sensíveis ao som da descarga. Colocar uma música calma pode ajudá-las a relaxar.
- Use a descarga como recompensa depois que a criança urinar na privada. Saiba, porém, que algumas crianças podem ficar super excitadas ou até com medo do barulho da descarga ou da visão da água descendo. Para que isso diminua, basta que as pessoas envolvidas usem reforço positivo como brinquedos com luzes ou barulho.
- Nunca pergunte se a pessoa quer ou não ir ao banheiro. Apenas diga para ela que é hora de usá-lo. Permitir que a pessoa indique se está na hora ou não, não é considerado nesse momento.
- Se a pessoa urinar ou defecar entre os horários, limpe tudo calmamente e não fique hostil ou aborrecido. Simplesmente ajude a pessoa a se limpar e continue seguindo o horário visual. Não faça nenhuma referência ao acidente.
- Na hora de escolher os desenhos do seu horário visual, escolha os que sejam claros e fáceis de entender. Lembre que os autistas pensam de forma concreta.
- Lembre-se o treinamento não está completo até que a pessoa aprenda a indicar que precisa ir ao banheiro sem ser lembrada por outras pessoas; complete a rotina independentemente e se prenda em pistas visuais ao invés de verbais.
- Antecipe qualquer problema quando for passear. Leve o horário visual e peça informação para saber onde estão os banheiros públicos para evitar se perder quando precisar usá-los. Carregue uma pequena toalha ou um alguns pedaços de papel higiênico para evitar qualquer problema relacionado à sensibilidade. Leve sempre o brinquedo preferido para diminuir a ansiedade.
- Não faça uma mudança brusca das fraldas para a cueca ou calcinha. Gradualmente, aumente o número de horas que a criança estiver usando as partes de baixo, usando o bom senso. Recompense os momentos em que a criança não esteja usando fraldas.
- Se depois de treinada, a criança estiver usando muito papel higiênico, diga uma quantidade de quadradinhos do papel para ela contar ou utilize dicas visuais para determinar a quantidade correta.
- Lembre-se que a criança pode apresentar algum tipo de regressão quando estiver doente, tomando medicamentos ou mudar o tipo de comida. Se houver algum tipo de mudança na rotina ao deitar, ou até dentro da escola como mudança de professora, transferência de colegas ou problemas na família – tudo isso pode interferir no treinamento. Quando isso acontecer, tente identificar o motivo, converse com o médico ou com a família. Não mostre desapontamento, raiva ou outra emoção negativa.
- Calmamente retorne as estratégias que eram eficientes.
(Dicas baseadas no livro Toilet training for individuals with autism and related disorders de Maria Wheeler. Texas: Future Horizons, 1998.)
FONTE: http://abcdainclusao.blogspot.com.br/
sexta-feira, 24 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sábado, 16 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
DENTRO DO CÉREBRO-UMA VIAGEM INTERATIVA
v Dentro do cérebro vamos fazer uma viagem interativa por essa máquina fantástica!
v Esta viagem explica o funcionamento do cérebro e como a doença de Alzheimer o afeta.
v Há 16 slides interativos. Ao visualizar cada slide, passe o mouse sobre qualquer texto colorido para destacar os recursos especiais de cada imagem. Em seguida, clique na seta para avançar ao próximo slide.
1. Ao abrir a página, clique em "INICIAR A VIAGEM”.
2. Em cada página exibida, clique nas palavras realçadas em vermelho.
domingo, 11 de março de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
domingo, 6 de novembro de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Aprendizado Seu cérebro não é um computador: além de ficar melhor quanto mais é usado (ao contrário do computador, que vai quebrando aos poucos), ele não tem como adquirir programas prontos para serem usados.
Ao contrário, precisa construí-los aos poucos, a partir dos pedaços mais básicos.
Essa construção de programas é o processo de aprendizado: a modificação efetiva do cérebro conforme o uso que resulta em um desempenho cada vez mais adequado do comportamento desejado, ou seja, um desempenho melhor.
A base do aprendizado é considerada a modificação das sinapses, ou seja, das conexões entre neurônios no cérebro.
Conforme algumas ficam mais fortes e outras mais fracas, a modificação sináptica efetivamente remodela os circuitos entre neurônios e, com isso, o comportamento.
Por exemplo, os neurônios que representam a ideia “Paris” passam a ter sua atividade associada à atividade de outros neurônios, que representam a imagem da torre Eiffel e a ideia “França”, e dissociada da atividade dos que representam, digamos, “Alemanha”.
Essa modificação sináptica com o uso acontece a vida toda, ainda que ocorra mais facilmente (ou seja, com menor necessidade de insistência e repetição) quando somos jovens. E mais: é um processo rápido, que já pode ser observado assim que um novo comportamento é aprendido.
Como é incremental, associando informações, o aprendizado de programas complexos – dirigir, escrever, tocar piano, jogar basquete – precisa acontecer aos poucos, em degraus de complexidade crescente. E mais: como é um processo direcionado pelo uso bem-sucedido, o aprendizado depende de prática e motivação.
Quanto mais se pratica, mais chance o cérebro tem de reforçar as modificações sinápticas que constituem o que está sendo aprendido.
Quanto mais motivação se tem, mais se pratica, mais importância se dá ao aprendizado, e portanto mais facilmente acontecem as modificações sinápticas do aprendizado.
http://vanessamachadopsicopedagoga.blogspot.com/
segunda-feira, 13 de junho de 2011
UMA ROSA ITALIANA - TOSCANA -
Murmúrio
"Traze-me um pouco das sombras serenas
que as nuvens transportam por cima dos dias!
Um pouco de sombra, apenas,
vê que nem te peço alegria.
Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta no teu coração!
A alvura apenas, dos ares:
vê que nem te peço ilusão.
Traze-me um pouco das tuas lembranças,
aroma perdido, saudade da flôr!
vê que nem te digo - esperança!
vê que nem sequer sonho - amor". (Cecilia Meireles)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"Assunto interessante"

Música Favorita evoca mesmos sentimentos que uma boa comida ou drogas
Cientistas mostram como o cérebro reage a músicas favoritas
Cientistas mostram como o cérebro reage a músicas favoritas
• Alok Jha , correspondente da ciência
• guardian.co.uk , Domingo 09 janeiro de 2011 18.00 GMT
• Article history
A pontuação do Adagio de Samuel Barber para Cordas, a peça de música que provou ser mais popular em experiências Valorie Salimpoor's. Graham Turner para o Guardian: Fotografia
Nunca teve arrepios ou sentir arrepios de euforia ao ouvir uma música? Se assim for, o seu cérebro está reagindo à música da mesma forma como seria para alguns pratos deliciosos e drogas psicoativas como a cocaína, de acordo com cientistas.
A experiência do prazer é mediada em todas essas situações, a liberação de recompensa do cérebro a substância química, a dopamina, de acordo com resultados de experimentos realizados por uma equipe liderada por Valorie Salimpoor da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, que são publicados hoje na revista Nature Neuroscience .
A música parece tocar nos circuitos no cérebro que evoluiu para conduzir a motivação humana - a qualquer hora que fazemos algo que nosso cérebro nos quer fazer de novo, a dopamina é liberada para estes circuitos. "Agora, estamos mostrando que esse sistema de recompensa antiga, que está envolvido em comportamentos biologicamente adaptativo está a ser aproveitado em uma recompensa cognitivas", disse Salimpoor.
Ela disse que a música desde uma recompensa intelectual, porque o ouvinte tem que seguir a seqüência de notas para apreciá-lo. "Um único tom não vai ser agradável de forma isolada. No entanto, uma série de tons individuais arranjados em tempo pode tornar-se algumas das experiências mais agradáveis que os humanos têm relatado nunca. Isso é incrível porque sugere que de alguma forma o nosso córtex cerebral é seguir esses tons ao longo do tempo e deve haver um componente de construção, a expectativa de antecipação. "
No experimento, os participantes escolheram peças de música instrumental que lhes deu arrepios, mas que não tinha memórias específicas que lhes são inerentes. As letras eram proibidas porque os pesquisadores não querem que seus resultados confundidos por todas as associações participantes possam ter tido as palavras que ouviram.
As peças escolhidas variaram do clássico ao rock, punk e música eletrônica. "Um pedaço de música começou a aparecer para pessoas diferentes - Adagio para Cordas de Barber", disse Salimpoor. Foi a peça favorita clássica e um remix da canção foi o mais popular na dança trance, techno e gêneros.
Como os participantes ouviram a música deles, a equipe mediu Salimpoor uma série de fatores fisiológicos, incluindo a freqüência cardíaca e aumento da respiração e transpiração. Ela descobriu que os participantes tiveram um aumento de 6-9% em relação a seus níveis de dopamina quando comparados com uma condição de controle em que os participantes ouviam um ao outro as escolhas das músicas. "Uma pessoa sofreu um aumento de 21%. Isso demonstra que, para algumas pessoas, pode ser muito intensamente prazeroso", disse ela.
Em estudos anteriores com drogas psicoativas como a cocaína, disse Salimpoor aumenta a dopamina no cérebro relativa foi superior a 22%, enquanto houve um aumento relativo de até 6% foi vivido quando as refeições agradáveis.
Salimpoor e seus colegas concluíram:. "Se a música induzida estados emocionais podem levar à liberação de dopamina, como nossos resultados indicam, pode começar a explicar por que experiências musicais são tão valorizados Estes resultados mais falar porque a música pode ser efetivamente utilizado em rituais, comercialização ou filme para manipular os estados hedonista. Nossos resultados fornecem evidências neuroquímicas que a intensa resposta emocional à música envolvem circuitos de recompensa antigos e servir como ponto de partida para investigações mais detalhadas dos substratos biológicos que sustentam formas abstratas de prazer. "
Fonte:
Nunca teve arrepios ou sentir arrepios de euforia ao ouvir uma música? Se assim for, o seu cérebro está reagindo à música da mesma forma como seria para alguns pratos deliciosos e drogas psicoativas como a cocaína, de acordo com cientistas.
A experiência do prazer é mediada em todas essas situações, a liberação de recompensa do cérebro a substância química, a dopamina, de acordo com resultados de experimentos realizados por uma equipe liderada por Valorie Salimpoor da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, que são publicados hoje na revista Nature Neuroscience .
A música parece tocar nos circuitos no cérebro que evoluiu para conduzir a motivação humana - a qualquer hora que fazemos algo que nosso cérebro nos quer fazer de novo, a dopamina é liberada para estes circuitos. "Agora, estamos mostrando que esse sistema de recompensa antiga, que está envolvido em comportamentos biologicamente adaptativo está a ser aproveitado em uma recompensa cognitivas", disse Salimpoor.
Ela disse que a música desde uma recompensa intelectual, porque o ouvinte tem que seguir a seqüência de notas para apreciá-lo. "Um único tom não vai ser agradável de forma isolada. No entanto, uma série de tons individuais arranjados em tempo pode tornar-se algumas das experiências mais agradáveis que os humanos têm relatado nunca. Isso é incrível porque sugere que de alguma forma o nosso córtex cerebral é seguir esses tons ao longo do tempo e deve haver um componente de construção, a expectativa de antecipação. "
No experimento, os participantes escolheram peças de música instrumental que lhes deu arrepios, mas que não tinha memórias específicas que lhes são inerentes. As letras eram proibidas porque os pesquisadores não querem que seus resultados confundidos por todas as associações participantes possam ter tido as palavras que ouviram.
As peças escolhidas variaram do clássico ao rock, punk e música eletrônica. "Um pedaço de música começou a aparecer para pessoas diferentes - Adagio para Cordas de Barber", disse Salimpoor. Foi a peça favorita clássica e um remix da canção foi o mais popular na dança trance, techno e gêneros.
Como os participantes ouviram a música deles, a equipe mediu Salimpoor uma série de fatores fisiológicos, incluindo a freqüência cardíaca e aumento da respiração e transpiração. Ela descobriu que os participantes tiveram um aumento de 6-9% em relação a seus níveis de dopamina quando comparados com uma condição de controle em que os participantes ouviam um ao outro as escolhas das músicas. "Uma pessoa sofreu um aumento de 21%. Isso demonstra que, para algumas pessoas, pode ser muito intensamente prazeroso", disse ela.
Em estudos anteriores com drogas psicoativas como a cocaína, disse Salimpoor aumenta a dopamina no cérebro relativa foi superior a 22%, enquanto houve um aumento relativo de até 6% foi vivido quando as refeições agradáveis.
Salimpoor e seus colegas concluíram:. "Se a música induzida estados emocionais podem levar à liberação de dopamina, como nossos resultados indicam, pode começar a explicar por que experiências musicais são tão valorizados Estes resultados mais falar porque a música pode ser efetivamente utilizado em rituais, comercialização ou filme para manipular os estados hedonista. Nossos resultados fornecem evidências neuroquímicas que a intensa resposta emocional à música envolvem circuitos de recompensa antigos e servir como ponto de partida para investigações mais detalhadas dos substratos biológicos que sustentam formas abstratas de prazer. "
Fonte:
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
“RETRATO”
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,tão simples,
tão certa, tão fácil:-
Em que espelho ficou perdida
a minha face? (Cecilia Meireles).
sábado, 25 de setembro de 2010
“Starry Night Over the Rhone” (Uma Noite Estrelada sobre o Ródano”)
"Starry, starry night
(Musée d'Orsay)
Paint your pallet blue and gray
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul"
(Don MacLean, “Vincent”)
Pinta sua palheta de azul e cinza
Vigia em um dia de verão
Com olhos que conhecem a escuridão na minha alma"
Belíssima visão do céu noturno criada por Vincent van Gogh é “Starry Night Over the Rhone” (Uma Noite Estrelada sobre o Ródano”), pintada em setembro de 1888 em Arles, no sul da França. Van Gogh ilustrou o Rio Ródano à noite. A pintura é um óleo sobre tela. Esta tela pode ser vista no Museu d’Orsay em Paris.(Musée d'Orsay)
quarta-feira, 30 de junho de 2010
domingo, 14 de setembro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
"COMO FAZER JOGO - COMBINANDO LETRINHASO"
Esse jogo é fácil de fazer. Use aquelas revistas que você tem guardado ou mesmo peça para que os pais tragam de casa. Recorte algumas figuras (comece com substantivos primeiro). Escreva a palavra de forma nítida. Coloque várias letras na mesa e peça para a criança achar as letrinhas da palavra. É divertido e você pode utilizá-lo com pequenos grupos. A habilidade de combinar formas, letras ou números é umas das básicas para a leitura. Você pode fazer com padrões matemáticos usando números, formas geométricas e até resultado de continhas. Divirta-se!
VEJA ABAIXO:
FONTE: http://abcdainclusao.blogspot.com/2007_12_01_archive.html
Esse jogo é fácil de fazer. Use aquelas revistas que você tem guardado ou mesmo peça para que os pais tragam de casa. Recorte algumas figuras (comece com substantivos primeiro). Escreva a palavra de forma nítida. Coloque várias letras na mesa e peça para a criança achar as letrinhas da palavra. É divertido e você pode utilizá-lo com pequenos grupos. A habilidade de combinar formas, letras ou números é umas das básicas para a leitura. Você pode fazer com padrões matemáticos usando números, formas geométricas e até resultado de continhas. Divirta-se!
VEJA ABAIXO:
FONTE: http://abcdainclusao.blogspot.com/2007_12_01_archive.html
INFORMAÇÕES DE COMO CONFECCIONAR O JOGO DE BOLICHE - COM GARRAFAS PEQUENAS
Confeccionar um jogo de boliche é facil. Pegando garrafas pequenas de água, você pode enchê-las com líquido de diversas cores usando anilina. Faça uma garrafa vermelha, amarela, azul, preta, etc. Você pode trabalhar cores e números. Para criança que tem dificuldade para nomear figuras e objetos, você pode colar figuras na frente das garrafas e ajudar a nomeá-las quando as garrafas forem derrubadas no jogo de boliche. Assim como figuras, você pode colar formas geométricas ou letras.
Idéias para desenvolver a coordenação motora fina da criança.
1. Pegue um daqueles vidros de remédio com conta gotas que você tem no armário.
Ensine a criança a apertar a borracha usando o dedo polegar e o dedo indicador. Use um timer e o programe para 5 segundos.Veja quantas vezes a criança consegue apertar. Faça isso várias vezes ao dia com a criança e assegure que ela use ambas as mãos. Esse movimento vai ajudar à criança a ter firmeza ao segurar o lápis para escrever.
2. Esse exercício é muito bom mas funciona melhor se você tiver uma maçaneta redonda.O processo é o mesmo do número 1. Pegue um timer e marque quantas vezes a criança consegue rodar a mão para abrir a porta. Esse movimento é bom para o pulso e, com certeza, vai ajudar a criança a posicioná-lo na hora de escrever.
3. Providencie um daqueles brinquedos de plástico que se coloca na banheira para a criança brincar. Sabe aqueles fáceis de apertar? Brinque com a criança no banho que é mais divertido, mas deixe que ela aperte o brinquedo. Esse movimento ajuda na flexibilidade dos dedos.
4. Arrange um chocalho para o próximo exercício. Você pode inclusive confeccionar um com garrafinhas de plástico de refrigerante e macarrão, milho ou lentilha dentro. Ensine a criança a balançar o chocalho para frente e para trás mas sem mexer o braço, somente o pulso. Se for necessário, nas primeiras vezes, segure o anti-braço da criança para que ela não o mexa. Esse exercício dá mais agilidade para o pulso.
5. Coloque areia numa bacia e faça desenhos junto com a criança. Incentive o uso do dedo indicador na confecção do desenho. Deixe que a criança brinque depois. Explore outras texturas com a criança. Tinta, milho, arroz, creme de barbear, água com anilina colorida e algodão são outros exemplos.
6. Rasgar jornal e papel também ajuda. Você pode convidar a criança para depois fazer uma chuva de papel ou uma grande colagem.
7. Compre uma folha de EVA e recorte algumas figuras (de preferência as preferidas da criança). Por exemplo, se ela gosta de carros,corte figuras de um carro comum, um de corrida e um jipe. Se a menina gosta de brincar de bonecas, corte uma camiseta para boneca, chapéu e bolsinha. Escolha duas figuras apenas para começar. Faça um furo no meio das figuras e entregue um cadarço para a criança. Sentado atrás da criança faça com ela o movimento de constura, enfiando o cadarço nas figuras. Primeiro use sua mão por cima da criança. Aos poucos, faça menos pressão nos movimentos até que a criança coloque duas figuras independentemente. Aí sim você pode incorporar mais figuras. Esse exercício ajuda muito no movimento de pegar o lápis. Aconselha-se começar com figuras de EVA para depois passar a pequenas contas.
8. Ensine a criança a desenhar linhas. Faça primeiro um alinha horizontal _________ e diga a ela: “Copia o que eu faço”// “Faça isso!” e deixe ela copiar. Se a criança não conseguir fazer, utilize a sua mão por cima da dela para que ela consiga sucesso no início. Aos poucos diminua a pressão até que a criança consiga fazer o exercício sozinha. Depois de fazer ________, passe para linha vertical, X, + , O, , D. Mais tarde tente sol, face, pessoa, árvore,etc.
Também existem os livros com exercícios motores, recomendo o: Título: Exercicios Grafomotores Autor: Lopes, Maria Alice de Araujo o preço é em torno de R$20,00.
FONTE: http://abcdainclusao.blogspot.com
Ensine a criança a apertar a borracha usando o dedo polegar e o dedo indicador. Use um timer e o programe para 5 segundos.Veja quantas vezes a criança consegue apertar. Faça isso várias vezes ao dia com a criança e assegure que ela use ambas as mãos. Esse movimento vai ajudar à criança a ter firmeza ao segurar o lápis para escrever.
2. Esse exercício é muito bom mas funciona melhor se você tiver uma maçaneta redonda.O processo é o mesmo do número 1. Pegue um timer e marque quantas vezes a criança consegue rodar a mão para abrir a porta. Esse movimento é bom para o pulso e, com certeza, vai ajudar a criança a posicioná-lo na hora de escrever.
3. Providencie um daqueles brinquedos de plástico que se coloca na banheira para a criança brincar. Sabe aqueles fáceis de apertar? Brinque com a criança no banho que é mais divertido, mas deixe que ela aperte o brinquedo. Esse movimento ajuda na flexibilidade dos dedos.
4. Arrange um chocalho para o próximo exercício. Você pode inclusive confeccionar um com garrafinhas de plástico de refrigerante e macarrão, milho ou lentilha dentro. Ensine a criança a balançar o chocalho para frente e para trás mas sem mexer o braço, somente o pulso. Se for necessário, nas primeiras vezes, segure o anti-braço da criança para que ela não o mexa. Esse exercício dá mais agilidade para o pulso.
5. Coloque areia numa bacia e faça desenhos junto com a criança. Incentive o uso do dedo indicador na confecção do desenho. Deixe que a criança brinque depois. Explore outras texturas com a criança. Tinta, milho, arroz, creme de barbear, água com anilina colorida e algodão são outros exemplos.
6. Rasgar jornal e papel também ajuda. Você pode convidar a criança para depois fazer uma chuva de papel ou uma grande colagem.
7. Compre uma folha de EVA e recorte algumas figuras (de preferência as preferidas da criança). Por exemplo, se ela gosta de carros,corte figuras de um carro comum, um de corrida e um jipe. Se a menina gosta de brincar de bonecas, corte uma camiseta para boneca, chapéu e bolsinha. Escolha duas figuras apenas para começar. Faça um furo no meio das figuras e entregue um cadarço para a criança. Sentado atrás da criança faça com ela o movimento de constura, enfiando o cadarço nas figuras. Primeiro use sua mão por cima da criança. Aos poucos, faça menos pressão nos movimentos até que a criança coloque duas figuras independentemente. Aí sim você pode incorporar mais figuras. Esse exercício ajuda muito no movimento de pegar o lápis. Aconselha-se começar com figuras de EVA para depois passar a pequenas contas.
8. Ensine a criança a desenhar linhas. Faça primeiro um alinha horizontal _________ e diga a ela: “Copia o que eu faço”// “Faça isso!” e deixe ela copiar. Se a criança não conseguir fazer, utilize a sua mão por cima da dela para que ela consiga sucesso no início. Aos poucos diminua a pressão até que a criança consiga fazer o exercício sozinha. Depois de fazer ________, passe para linha vertical, X, + , O, , D. Mais tarde tente sol, face, pessoa, árvore,etc.
Também existem os livros com exercícios motores, recomendo o: Título: Exercicios Grafomotores Autor: Lopes, Maria Alice de Araujo o preço é em torno de R$20,00.
FONTE: http://abcdainclusao.blogspot.com
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
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